Vá além das métricas e foque nas pessoas

Para-IBM-15-bilhao-de-pessoas-usa-redes-sociais-regularmente-1024x682Quem trabalha com mídias sociais já esteve diante do bendito relatório de métricas que precisa ser entregue ao cliente periodicamente. Mas será que ele representa fielmente a realidade?

Com mais frequência do que se gostaria, as tais métricas (ou os kpis – acrônimo que você nunca ouvirá ser pronunciado da maneira correta), terão sido impostas pelo cliente, pelo BI, pelo atendimento, pela pessoa que ocupava a vaga antes de você, pelo shuffle do seu iPod, mas nunca por você. Ok, “nunca” é uma palavra forte. Raramente por você.

Um dos grandes problemas da área é ser muito jovem. Poucos têm experiência suficiente para sustentar o temido título de gurus e suas variáveis igualmente criativas. E foram os primeiros a fazê-lo que criaram algumas das regras que passaram a ser seguidas pelos restantes.

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As diferenças do monitoramento de redes sociais para grandes empresas e PMEs

estatisticasMonitoramento de redes sociais é uma das áreas de marketing digital que mais cresceram nos últimos anos. Muitas novas ferramentas apareceram, surgiram profissionais especialistas e o tema passou a ser presença constante em eventos, cursos e blogs de marketing digital.

Apesar disso, há uma diferença muito grande do que é exigido em termos de práticas e ferramentas entre empresas grandes e empresas médias/pequenas. Sobre esse último grupo, inclusive, pouquíssimo é falado, e as PMEs muitas vezes acabam indo para um dos dois extremos: ou ficam amedrontadas com a complexidade da questão e não fazem nada, ou então acabam “matando formiga com bala de canhão” usando recursos e processos desnecessários para o seu contexto. Neste post falamos um pouco mais sobre essas diferenças.

Grandes empresas: ferramentas complexas, análises e relatórios
Quando ouvimos os maiores especialistas de monitoramento de mídias sociais comentarem o assunto, quase sempre o discurso é direcionado para grandes empresas, principalmente as que vendem para o consumidor final (B2C).

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Aqueça alguém com uma boa ação!

Nossos colaboradores já começaram a doar. São cobertores, agasalhos e calçados que  preenchem a caixa de arrecadações da Campanha do Agasalho 2013.

Organizada pela Tecmedia, a campanha se estende até o dia 30 de maio, quando os agasalhos começam a ser distribuídos à entidades beneficentes da cidade.

As doações de agasalhos, cobertores e calçados podem ser entregues na sede da empresa, situada na Rua Washington Luiz, nº 71, no Bairro Vila Moema, próximo à Unimed. Não esqueça: é importante que as peças doadas estejam em boas condições.

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Você sabe a diferença entre rede social e mídia social?

estrategias-em-midias-sociais-um-canal-com-o-seu-publico-consumidor-1Apesar de parecidos, os dois conceitos têm diferenças que mudam as suas categorizações. Um é a interação humana e o outro são os meios para essa interação.

Para começar vamos compreender que as duas expressões – mídia social e rede social – já existiam antes da internet. Esses termos apenas ganharam maior atenção e popularidade com o crescimento de ferramentas como o Orkut, em primeira fase e agora com o Facebook.

O termo comum a essa duas expressões é o “social”. Segundo o dicionário Aurélio, social é “que diz respeito à sociedade” e “Ser social, aquele que vive em sociedade.” E sabemos que o ser humano enquanto ser social depende da comunicação e da interação para garantir sua sobrevivência. Do primeiro sinal de socialização, o choro ao nascer, até o tuitar, estamos em processo de interação e comunicação de forma sonora, textual, audiovisual, ou por hipermídia.

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O silêncio que antecede a decisão

[atw.jpg]Argumentação de venda é baseada na palavra, no poder de traduzir pela palavra, verbal ou escrita, o valor do software e serviços que vendemos. Muitos acreditam que quanto mais se fala, melhor tende a ser a argumentação. Permitam-me discordar. Espaço deve ser provido para o cliente falar. Espaço deve ser provido para o silêncio..

Para que a interação entre vendedor e cliente seja dinâmica, evolutiva, é fundamental que haja tempo e completa atenção do vendedor para a palavra do cliente. Se apenas o vendedor fala, que garantia o vendedor tem que o cliente está realmente “escutando” o que ele fala? Que garantia o vendedor tem que o que ele próprio está falando é claro, concreto e importante para aquele cliente abordado? Que garantia o vendedor tem que ele não está perdendo ali um recurso escasso e essencial, o seu próprio tempo (e o do cliente…)?

Quando tanto vendedor como cliente abordado “conversam”.. quando o vendedor demonstra através da sua palavra que conhece sobre o que fala e sobre a realidade que o cliente vive.. quando o vendedor exibe qualidade nas perguntas que faz.. o vendedor está, na verdade, claramente bem incentivando o cliente a falar, a responder, para que ali se estabeleça uma relação de troca de informações e opiniões que será fundamental para a evolução do processo da venda.

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